7 Dicas de Como Visitar Melhor um Museu

Antes de começar nossa lista, precisamos frisar que: NÃO EXISTE JEITO CERTO DE VISITAR UM MUSEU.

O que trazemos para você hoje são algumas dicas que podem facilitar sua visita, e também desmistificar toda aquela pompa que existe por trás de museus de arte.

1 – COM QUE ROUPA EU VOU?

Não tem roupa certa ou errada. Escolha algo com o qual você se sinta confortável e faça parte do seu estilo.

Bolsa pequena e tênis são boas pedidas, mas caso você esteja carregando mais coisas, pode ficar tranquilo, a grande maioria dos museus conta com serviço de chapelaria.


2 - REFLITA SOBRE SUA REAÇÃO À OBRA

É natural nos depararmos com obras que nos causam diferentes emoções: repulsa, encanto e indiferença são algumas. Então quando você se deparar com uma obra que te cause uma emoção mais forte, como repulsa ou encanto (não vale aquele sentimento morno), pare e reflita o porquê dessa sensação.

Contrastar suas emoções com a obra é uma das coisas mais importantes. Não importa o que especialistas, amigos, o mundo diga, quando se fala em arte a relação é entre a obra e você

3 - LER OU NÃO LER? EIS A QUESTÃO

Os textos em museus são um assunto controverso, isso porque enquanto alguns defendem que eles auxiliam na compreensão da obra e da exposição, outros acreditam que eles atrapalham a experiência por motivos de

a) o visitante gastar mais tempo lendo do que apreciando a obra; e

b) influenciarem a opinião do visitante, criando um muro entre você e a obra.

Por isso, em nossa opinião, essa deve ser uma escolha pessoal. Os textos, principalmente o das plaquinhas próximas a obra, trazem informações pontuais, que são excelentes para o visitante, principalmente para quem não possui um conhecimento tão vasto sobre arte.

Aqueles textos maiores, muitas vezes preparados pela curadoria, normalmente trazem uma contextualização interessante (e às vezes pretensiosa). Por isso sugerimos que você leia somente se sentir a necessidade de uma informação maior.

O QUE VOCÊ ENTENDE É O QUE VOCÊ VÊ! Aproveite essa experiência que é única para cada pessoa.


4 – CONVERSE!

Seja durante a deliciosa pausa para o café, com seus acompanhantes, com estranhos ou com o pessoal do educativo do museu, converse.

Trocar ideias sobre o que você está vendo e sentindo é uma forma excelente de expandir a experiência.

Caso você esteja sozinho, e prefira refletir sozinho, não tem problema. O importante é tirar um tempinho para pensar em tudo que você viu e sentiu.



5 – HORA DA SELFIE

Como você já deve ter reparado, a visita a um museu é uma experiência muito particular, e as escolhas do o que fazer ou não também. E o mesmo vale para as fotos.

Caso você goste de registrar tudo, sem problemas. E se você não gosta, sem problemas também. O importante é ter em mente que é muito comum aglomerados de pessoas com câmeras e celulares em punho em frente a obras importantes. Então se você estiver meio perdido, aglomerações para foto são indicativos de must see.


6 – NÃO TENTE VER TUDO

Para se ter uma ideia, o Museu do Louvre conta com aproximadamente 38.000 objetos exibidos em uma área de 72.735m², ou seja, é quase impossível de ver a maior parte do acervo em uma visita.

E essa também não deve ser sua intenção. Já dizia José Saramago, “se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara”.

Em museu também vale a máxima QUALIDADE > QUANTIDADE. No final do dia você vai preferia ter realmente apreciado a Monalisa do que só ter colocado os olhos nela.


7 – GUARDE ALGUMA RECORDAÇÃO DA VISITA

Não importa se for um souvenir da lojinha do museu ou uma foto sua impressa na volta pra casa. O importante é ter algo que te ajude a rememorar a experiência. Porque acredite em nós, se você realmente VIVER A EXPERIÊNCIA, vai querer lembrar dela ao longo dos anos.













Marina Dal Ponte e Barbara Schmitt

Galeria Arte12b

1 comentário

© 2018 Paula Jaeger Secrets.

Proudly developed by Fuel.